O Pentágono confirmou o uso do chatbot Grok, desenvolvido por Elon Musk, em operações militares no Irã. Um oficial de inteligência artificial do órgão declarou que o Grok foi usado para disparar mais de 2.000 munições em 2.000 alvos distintos em 96 horas.
A revelação surge após o uso de modelos de linguagem avançados para identificar alvos de ataques aéreos no Irã. Anteriormente, veículos de comunicação apontaram que pessoal militar utilizou o modelo Claude da Anthropic na seleção de alvos, como um complexo esportivo e uma escola feminina.
Em declaração juramentada, o chefe de inteligência artificial do Pentágono, Cameron Stanley, afirmou que o Grok é um dos quatro modelos de IA capazes de apoiar aplicações de segurança nacional, classificando o chatbot como “assunto de paramount national security”.
A informação foi divulgada pela imprensa, sendo a primeira vez que um oficial da administração Trump confirma o uso do Grok em bombardeios no Irã, onde forças americanas e aliadas mataram pelo menos 3.468 pessoas. Stanley mencionou que o Grok é um dos modelos aptos a apoiar a segurança nacional.
O contexto da declaração ocorreu durante um processo movido pela NAACP contra a empresa-mãe do Grok, a xAI, por supostas violações da Lei do Ar Limpo, devido ao uso de turbinas de combustão portáteis em seus data centers.

