Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Pesquisa encontra vestígios de peste em esqueletos pré-históricos da Rússia
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Pesquisa encontra vestígios de peste em esqueletos pré-históricos da Rússia

Carla Fernandes
Última atualização: 23 de junho de 2026 18:25
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Pesquisadores recuperaram e sequenciaram DNA antigo de 42 caçadores-coletores pré-históricos perto do Lago Baikal, na Sibéria, Rússia. A análise identificou a bactéria da peste, Yersinia pestis, em 18 indivíduos, revelando os vestígios mais antigos de surtos conhecidos, com evidências de cepas letais há 5.500 anos.

O estudo, publicado em periódico científico, detalha a recuperação do material genético dos indivíduos e da bactéria. Os achados apontam para dois surtos distintos na região sudeste da Sibéria: um ocorrido há aproximadamente 5.500 anos e outro séculos depois. A equipe interpretou a morte em massa no primeiro evento como resultado de infecção generalizada, consistente com transmissão de pessoa para pessoa.

A cepa de Y. pestis identificada era inédita e possuía um gene que aumentava a severidade da doença, afetando gravemente crianças entre oito e 11 anos. Os resultados desafiam a noção de que surtos comunitários só ocorreram após a transição dos caçadores-coletores para os primeiros agricultores.

Segundo um coautor do estudo, a descoberta oferece um vislumbre das histórias humanas envolvidas. O trabalho sugere que a peste impactava grupos móveis antes da mudança de estilo de vida. Além disso, a cepa recém-descoberta demonstra ser potencialmente muito grave, apesar de não possuir genes ligados à forma bubônica mais disseminada.

TAGGED:arqueologiacientificodna-antigopestesaude_ancestralsibéria
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Thalisson Deixa Remo e Reforça Elenco do Ceará
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?