Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Peste surge há 5.500 anos em Sibéria
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Peste surge há 5.500 anos em Sibéria

Carla Fernandes
Última atualização: 23 de junho de 2026 11:36
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Pesquisadores identificaram o primeiro surto conhecido de peste há cerca de 5.500 anos, na região do Lago Baikal, Sibéria. O patógeno, identificado pelo DNA antigo, dizimou grupos de caçadores-coletores, afetando de forma mais severa crianças e adolescentes.

A análise de corpos sepultados em quatro sítios funerários revelou a presença das cepas mais antigas da Yersinia pestis. Segundo o geneticista evolucionista Eske Willerslev, da Universidade de Copenhague e da Universidade de Cambridge, as descobertas mudam a visão sobre as origens do patógeno. O surto pré-histórico contradiz a ideia de que epidemias graves só surgiram após o estabelecimento de assentamentos agrícolas.

A bactéria foi detectada em 18 dos 46 corpos examinados no Lago Baikal. Ruairidh Macleod, geneticista evolucionista da Universidade de Oxford, afirmou que encontrar evidências de um surto letal em caçadores-coletores foi uma “completa surpresa”. As cepas antigas representam um estágio de transição, possuindo variantes genéticas que causavam complicações inflamatórias graves, especialmente em jovens.

Os pesquisadores acreditam que a bactéria se espalhou a partir de marmotas, espécie hospedeira original. O contato próximo entre os caçadores-coletores e os roedores, seja por manuseio ou consumo de carne mal cozida, teria iniciado a transmissão. Após passar dos animais para humanos, a peste se disseminou entre os indivíduos, como indicam os sepultamentos de parentes próximos.

TAGGED:arqueologiacaçadores-coletoresdna-antigoepidemiapestesibéria
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Thalisson Deixa Remo e Reforça Elenco do Ceará
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?