Pesquisas da Fidelity indicam que indivíduos com planos de aposentadoria escritos são mais de duas vezes mais propensos a se sentir confiantes sobre seu futuro financeiro. O estudo revela um abismo de 36 pontos percentuais entre aposentados planejadores e não planejadores, em um contexto de baixa confiança do consumidor nos Estados Unidos.
O planejamento financeiro, segundo a pesquisa, exige apenas três dados: o gasto anual esperado, a renda garantida e o valor que a poupança pessoal deve cobrir. Este fator é crucial enquanto a taxa de poupança pessoal diminui, caindo para 3,7% no primeiro trimestre de 2026, e o Índice de Sentimento do Consumidor da University of Michigan registrou 49,8 em abril de 2026.
Os planejadores demonstram maior conhecimento sobre a gestão da aposentadoria, reconhecendo que contas como IRA e 401(k) possuem funções distintas. De acordo com a pesquisa, 66% dos entrevistados reconhecem essa diferença. Além disso, 81% dos aposentados que possuem um plano afirmam ter recursos suficientes para o resto da vida, contra apenas 45% dos que não o possuem.
A diferença entre os grupos é definida pelo que se chama de “prêmio de planejamento”. Este prêmio transforma a aposentadoria de uma mera esperança em um cálculo concreto. O estudo afirma que 74% dos americanos possuem um plano para atingir seus objetivos de aposentadoria, e 90% concordam que o planejamento é necessário mesmo após a saída do mercado de trabalho.

