Políticos de direita defenderam o jogador da seleção brasileira Neymar Jr. após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamar o atleta de “1º convocado home office do mundo” na sexta-feira, dia 19 de junho de 2026. Os políticos criticaram a declaração, alegando que ela desmerece a atuação do ídolo nacional.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que a fala do presidente marcou um “gol contra”. Ele declarou que, entre o presidente e o jogador, “só um tem espaço no coração dos brasileiros”. Bolsonaro defendeu Neymar, dizendo que o atleta levou o nome do país para o mundo, e criticou o presidente, alegando que seu mandato ocorre em “modo avião, sempre viajando e se hospedando em hotéis de luxo com a Janja”.
Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, também criticou a forma como o presidente se referiu a um dos maiores ídolos recentes do Brasil. Zema ironizou a primeira-dama, sugerindo que seria benéfico para o país se ela fosse a primeira-dama a ser home office do mundo.
Helio Lopes (PL), deputado federal e pré-candidato ao Senado por Roraima, declarou que o presidente desmerece a atuação do jogador. Lopes escreveu que o presidente “gosta mesmo é de exaltar outro tipo de gente”, sem especificar a quem se referia.

