O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN) preserva a história do Cemitério dos Pretos Novos, localizado na região portuária do Rio de Janeiro, onde estima-se que 40 mil pessoas escravizadas tenham sido enterradas.
A descoberta do Cais do Valongo em 2011 trouxe à tona a história da escravidão no Brasil. Estima-se que 1 milhão de pessoas escravizadas tenham aportado no Valongo até 1831. Em 2017, a Unesco reconheceu o Cais do Valongo como Patrimônio Mundial.
No mesmo ano, a redescoberta do Cemitério dos Pretos Novos, que funcionou entre 1770 e 1830, marcou a preservação da memória histórica. Fundado em 2005, o IPN já recebeu cerca de 300 mil visitantes.
Merced, uma das fundadoras do IPN, destaca a importância de manter a história viva e preservada.

