A presidente do México, Claudia Sheinbaum, questionou sua presença no fan fest da Copa do Mundo de 2026, na Cidade do México, devido aos protestos de milhares de professores. Os manifestantes bloquearam ruas e montaram acampamento no centro da capital, a menos de 48 horas do início do torneio.
A mandatária classificou as manifestações como uma “provocação”, mas afirmou que a abertura da competição está garantida. A Coordenadora Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), grupo dissidente do sindicato, lidera a greve e o acampamento, exigindo o retorno do sistema público de aposentadorias e aumentos salariais para a categoria.
Nesta terça-feira, milhares de integrantes da CNTE bloquearam avenidas que levam ao Estádio Azteca, palco da cerimônia inaugural. As autoridades responderam mobilizando agentes e instalando barreiras de concreto a um quilômetro do estádio para conter o avanço dos manifestantes.
Sheinbaum declarou que o torneio não corre risco e descartou a repressão policial aos manifestantes. O torneio, que será realizado em conjunto com Estados Unidos e Canadá, começa em 11 de junho e termina em 19 de julho.

