O primeiro-ministro classificou os bilhetes enviados a um ministro como método de seu trabalho, afirmando que a prática visa a eficiência e o acompanhamento de temas complexos. O ministro confirmou o recebimento dos documentos, mas não os considerou críticas.
O líder do governo explicou que se dedica intensamente à área da saúde, auxiliando o ministro devido à complexidade do setor. Segundo ele, escrever os pontos em papel facilita o registro e o acompanhamento dos assuntos. O primeiro-ministro afirmou que a metodologia também serve para urgenciar a pauta.
Ele disse que os bilhetes não configuram crítica, mas sim uma busca por eficiência. O líder do governo mencionou ter apoiado o aumento de contribuições estatais às seguradoras de saúde e reforçou a necessidade de economia no setor. O primeiro-ministro também relatou usar essa forma de comunicação com outros membros do governo, como o ministro da defesa e o ministro da educação.
A prática de comunicação escrita foi ensinada ao ministro quando este atuou como consultor de saúde entre 2014 e 2017. O primeiro-ministro não se manifestou sobre especulações relativas a possíveis nomeações políticas.

