A Puma se manifestou sobre cinco casos de camisas rasgadas de atletas em jogos da fase de grupos da Copa do Mundo 2026. Os incidentes ocorreram com seleções parceiras da marca, como República Tcheca, Marrocos, Egito, Paraguai e Gana, e a empresa justificou o ocorrido com o uso de materiais de alta performance.
A empresa declarou que forneceu às parceiras “suas mais recentes camisas de alta performance, desenvolvidas com materiais ultraleves avançados criados ao longo de várias gerações de produtos para maximizar a liberdade de movimento e o conforto em situações de jogo de alta intensidade”. A intenção da marca foi aprimorar a respirabilidade, a elasticidade e o controle de umidade dos tecidos.
A Puma reconheceu que, por ser um esporte de contato, os uniformes podem sofrer danos sob “forças severas ou estresse físico extremo”. No entanto, a marca reforçou que esses episódios não afetam o desempenho dos atletas. Um dos primeiros casos envolveu um meia-atacante da República Tcheca, que teve a camisa inutilizada após ser segurado por um zagueiro durante a partida contra a Coreia do Sul.
Outros casos registrados incluem um zagueiro paraguaio, capitão da equipe, que teve o uniforme rasgado em disputa com um jogador norte-americano. Além disso, um ponta-esquerda do Egito enfrentou problemas com a camisa após ser puxado por um jogador belga. A marca apresentou o comunicado detalhando que os testes comparativos internos mostraram que o uniforme da Puma é mais leve que os de outras marcas.

