O presidente da Rússia, Vladimir Putin, reconheceu a escassez de combustível em algumas regiões do país neste domingo. Ele anunciou a criação de uma força-tarefa para garantir o fornecimento nacional e pediu medidas para reduzir o impacto dos ataques ucranianos em instalações petrolíferas.
Em reunião com altos funcionários, Putin declarou que os problemas de abastecimento persistem, citando filas em postos de gasolina. O presidente afirmou que a Rússia precisa minimizar os efeitos dos ataques de drones ucranianos contra a infraestrutura petrolífera. Ele solicitou ações para assegurar o suprimento ao setor agrícola.
Putin informou que as reservas de gasolina somam 1,7 milhão de toneladas e que a produção em julho deve superar os níveis de junho. Além disso, o líder russo disse que a proibição total da exportação de diesel está sendo considerada, apesar de declarações anteriores do vice-primeiro-ministro, Alexander Novak, sobre a desnecessidade da medida.
A força-tarefa, segundo Putin, trabalha para aumentar a oferta e manter os preços em patamares razoáveis, exigindo “medidas sistêmicas que correspondessem à magnitude dos desafios atuais”.

