O presidente da Rússia, Vladimir Putin, reconheceu neste domingo (28) a escassez de combustível em algumas regiões do país. Ele informou que uma força-tarefa trabalha para garantir o fornecimento adequado e pediu medidas para reduzir o impacto dos ataques com drones ucranianos em instalações petrolíferas.
Em reunião com altos funcionários, Putin disse que os problemas de abastecimento persistem para motoristas e empresas, e que ainda há filas em postos de gasolina. O presidente afirmou que a Rússia precisa reduzir ao mínimo o impacto dos ataques terroristas em sua infraestrutura civil.
Putin detalhou que as reservas de gasolina estão sendo usadas, totalizando 1,7 milhão de toneladas, e que a produção em julho deve superar a de junho. Ele também declarou que a proibição total da exportação de diesel está sendo considerada, apesar de declarações anteriores de um vice-primeiro-ministro russo.
O presidente acrescentou que a situação exige “medidas sistêmicas que correspondessem à magnitude dos desafios atuais” para aumentar a oferta e manter os preços estáveis, segundo ele.

