Pedro Sánchez obteve um apoio quase unânime dos líderes territoriais do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) em um comitê federal. O presidente do governo conquistou a confiança da maioria das federações para convocar eleições gerais, sem pressão judicial ou parlamentar.
O apoio majoritário ocorreu em um comitê federal, onde Sánchez conseguiu o respaldo de quase todas as federações do partido. A decisão de convocar as eleições gerais foi tomada sem que o presidente do governo enfrentasse pressão do judiciário ou fraqueza no parlamento.
As únicas vozes de discordância no encontro foram as do presidente de Castilla-La Mancha, Emiliano García-Page, e da prefeita de Palência, Miriam Andrés. A situação se assemelhou a um evento anterior, ocorrido no comitê federal de julho do ano passado.

