O presidente do Governo, Pedro Sánchez, afirmou que nunca foi informado sobre as ações da ex-militante socialista Leire Díez, declarando que nunca as toleraria. A declaração ocorreu em Montenegro, enquanto o Partido Popular (PP) exige esclarecimentos da diretora da Guarda Civil sobre reuniões com a ex-militante.
O PP informou que a comissão de Interior do Senado convocará a diretora da Guarda Civil, Mercedes González, para uma comparecimento urgente na próxima semana. A convocação visa obter explicações sobre os encontros realizados com a ex-militante socialista.
O ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, defende a diretora da Guarda Civil, mesmo após ela reconhecer em comunicado que se reuniu duas vezes com Díez. Marlaska disse que González afirmou que não houve contato com Leire que mencionasse a trama.
A diretora da Guarda Civil confirmou em comunicado que os encontros com Díez não abordaram investigações contra o PSOE. Ela interrompeu o relacionamento quando a ex-militante apresentou sua ‘teoria da conspiração’. A defesa do ex-secretário de Organização do PSOE, Santos Cerdán, emitiu comunicado desvinculando-se das supostas irregularidades, afirmando que o objetivo não é investigar delitos, mas sim ‘destrozar pessoas’.


