A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) de São Paulo enviou um ofício com fotografias ao Ministério Público para rebater denúncias sobre as condições da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista. A figura pública está presa preventivamente no local desde 22 de maio de 2025.
A defesa da detida apresentou à Justiça pedidos de transferência ou substituição da prisão preventiva por domiciliar. Os advogados elencaram problemas na unidade, como falta de higiene, calor excessivo nas celas e presença de escorpiões. Contudo, a Justiça de São Paulo negou o pedido, pois não reconheceu as condições alegadas como suficientes para alterar o regime ou o local de detenção.
As imagens anexadas ao ofício oficial, assinadas pela chefe do Departamento do Complexo Penal, mostram o Pavilhão Especial onde a detida está. Segundo a SAP, os registros contradizem as descrições da defesa, apresentando um ambiente organizado, com habitações individuais e espaço preparado para visitas com crianças.
A detida permanece presa preventivamente na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista. O caso segue sob acompanhamento do Ministério Público, que recebeu o material visual enviado pela SAP para análise.

