A seleção brasileira chegou à Copa do Mundo de 2026 priorizando a funcionalidade e o bem-estar, seguindo a tendência do ‘quiet luxury’. A especialista Danni Rudz explica que o luxo atual foca em escolhas pessoais e saúde mental, e não em ostentação visível.
A delegação optou pelo hotel The Ride como base de hospedagem, uma decisão baseada em infraestrutura tecnológica e capacidade de atender atletas de alto desempenho, segundo Rudz. O espaço não é classificado entre os mais luxuosos, mas atende critérios de privacidade e segurança. O centro de treinamento, Columbia Park, segue a mesma lógica, concentrando tecnologia de recuperação muscular, como piscinas e academias especializadas.
O conceito de ‘wellness’ aplicado ao esporte inclui o controle de estresse e a saúde mental dos atletas. Um exemplo disso foi o chinelo Nike Mind 001, que esgotou em horas no centro de treinamento sem campanha publicitária, ilustrando o luxo discreto. Rudz avaliou que o foco mudou para a saúde mental e recuperação no esporte.
A influência da seleção no consumo também foi notada com malas Louis Vuitton no desembarque, que impulsionaram vendas da marca. Os uniformes, discretos e modernos, também fazem parte desse posicionamento, transformando os atletas em comunicadores de estilo e tendência global.


