A seleção brasileira foi submetida a inspeções rigorosas por autoridades americanas na chegada aos Estados Unidos, seguindo o mesmo protocolo aplicado a outras delegações da Copa do Mundo. Os procedimentos, realizados em Nova Jersey, envolveram revista em jogadores, direção e funcionários.
A apuração junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou que todos os membros da comitiva brasileira foram revistados na pista do aeroporto. Os procedimentos de segurança incluíram o uso de detector de metal e revista em mochilas, sem diferenciar cargos, desde o presidente até os atletas.
A checagem na pista foi adotada como forma de otimizar o tempo da delegação, evitando que os membros passassem por verificações adicionais dentro do aeroporto. O rigor de segurança também afetou outras equipes, como a do Uzbequistão, e barrou um árbitro da Somália com visto válido.

