A Seleção Brasileira estreia neste sábado contra Marrocos com uma formação que nunca atuou junta. A provável escalação conta com jogadores experientes, mas o histórico das conquistas mundiais indica que a estreia com desenho inédito não é um fator negativo.
O técnico Carlo Ancelotti deve apresentar uma formação que não teve rodagem conjunta. Em um futebol que exige coletividade, essa situação gera preocupação entre torcedores. Contudo, a trajetória da Seleção Brasileira em Copas do Mundo sugere cautela antes de qualquer diagnóstico.
A equipe de estreia reúne Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Matheus Cunha e Vini Jr. Essa composição, embora talentosa, nunca iniciou uma partida com esse desenho exato. A novidade, porém, não é inédita na história do time nacional.
Em 1958, o time campeão mundial estreou contra a Áustria sem que os jogadores tivessem jogado juntos. O padrão se repetiu em 1970 e 1994. Em 2002, a situação foi extrema, pois o time campeão começou a competição sem histórico de jogos oficiais com a mesma escalação. Em quatro das cinco campanhas em que o Brasil foi campeão mundial, a seleção estreou com formação inédita.

