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Leitura: Senador associa PT ao PCC após prisão de vereador paulista
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Política

Senador associa PT ao PCC após prisão de vereador paulista

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de junho de 2026 13:25
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) associou o Partido dos Trabalhadores (PT) ao Primeiro Comando da Capital (PCC) após a prisão de um vereador de São Paulo. A prisão ocorreu durante a operação Última Parada, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) na última quinta-feira, 25 de junho de 2026.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador afirmou que a detenção representa “mais um escândalo que liga um aliado histórico do PT a um esquema milionário”. Ele também declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria trabalhado para proteger o PCC e o Comando Vermelho (CV).

A operação Última Parada prendeu o vereador sob suspeita de lavar dinheiro do crime organizado por meio da empresa de ônibus Transunião. A ação do MPSP cumpriu 5 mandados de prisão temporária e 103 de busca e apreensão em 13 cidades de São Paulo e Minas Gerais. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 194 milhões em bens.

O senador Bolsonaro defendeu que os Estados Unidos classificassem as duas facções criminosas como organizações terroristas. A imprensa questionou o PT sobre as declarações do senador, mas não obteve resposta até a publicação da matéria.

TAGGED:Crime OrganizadoFlávio BolsonaroMPSPPCCpolitica-rjPT
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