Uma startup declarou ter resolvido um gargalo matemático que limitava modelos de linguagem grandes por quase uma década. A empresa alega que sua solução gera um modelo mais rápido e econômico. Paralelamente, testes de interfaces cérebro-computador avançam, com a China sendo o primeiro país a aprovar um BCI para uso médico.
A empresa Subquadratic anunciou um avanço que visa reduzir a quantidade de cálculos que os modelos de linguagem precisam realizar para gerar respostas. Segundo a startup, o método resulta em um LLM que consome muito menos energia que os modelos existentes no mercado. Embora muitos especialistas tenham demonstrado ceticismo, a empresa começou a apresentar dados sobre sua abordagem.
No campo da biotecnologia, os testes de interfaces cérebro-computador (BCI) estão em ascensão. Um indivíduo com ELA foi citado como o primeiro usuário avançado de um implante cerebral, o qual possibilitou que ele mantivesse sua renda e se conectasse a familiares. A China foi o primeiro país a aprovar um BCI para fins médicos neste ano.
Outras pesquisas apontam que a dependência excessiva de inteligência artificial pode enfraquecer as habilidades de profissionais, como médicos e engenheiros. Enquanto isso, cientistas sugerem que a estrutura do genoma humano pode complicar os modelos de IA aplicados à biologia e doenças.

