A comunidade LGBT+ celebra o Dia Internacional do Orgulho neste domingo (28) com maior visibilidade em produções de streaming. Dez personagens icônicos foram destacados por trazerem sensibilidade e representatividade em suas histórias na ficção.
A representatividade da comunidade LGBT+ cresce no audiovisual, apesar de anos de preconceito. A análise foca em personagens que abordam questões de identidade e aceitação em diferentes gêneros. Entre eles, Rue, de “Euphoria”, lida com sua identidade lésbica e dependência emocional, enquanto Jules, também de “Euphoria”, expõe dilemas de uma jovem trans.
Outros exemplos incluem Charlie, de “Heartstopper”, que enfrenta o bullying ao aceitar a homossexualidade, e Callie, de “Grey’s Anatomy”, que explora sua identidade bissexual em relacionamentos diversos. Dani Clayton, em “A Maldição da Mansão Bly”, retrata a jornada de autoaceitação de uma mulher lésbica.
A diversidade também aparece em séries como “Stranger Things”, onde Robin Buckley se apresenta como lésbica, e “Sex Education”, com Eric Effiong, que aborda a homossexualidade de forma natural. Leighton Murray, de “A Vida Sexual das Universitárias”, lida com a pressão familiar ao se assumir lésbica.

