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Justiça

Suspeita de espionagem leva PF a identificar líder de grupo

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de junho de 2026 05:42
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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A Polícia Federal (PF) identificou o líder de um grupo de intimidação, conhecido como “A Turma”, após um empresário em Nova Lima, Minas Gerais, suspeitar de espionagem por meio de um drone. A investigação revelou a estrutura do grupo, que se dedicava a ameaças e obtenção de dados sigilosos.

A suspeita de monitoramento aéreo por parte do empresário levou a PF a rastrear os movimentos do grupo. Conversas interceptadas mostram que, em 26 de março de 2024, o empresário solicitou a um aliado que resolvesse a situação dos drones. O aliado sugeriu abordagens “ostensivas” ou “veladas” para intimidar o suposto espião.

O rastreamento se concretizou quando um integrante do grupo registrou entrada no condomínio do empresário. O cruzamento desse registro com as mensagens interceptadas confirmou que o líder era um policial federal aposentado. Em uma segunda tentativa, o grupo descobriu que o monitoramento era, na verdade, uma busca por um cachorro chamado Pitoco.

O grupo “A Turma” era responsável por coerções, intimidações e acessos indevidos a sistemas governamentais. A liderança operacional é atribuída ao policial aposentado, que está preso desde março deste ano. De acordo com a PF, os pagamentos mensais ao grupo giravam em torno de R$ 400 mil.

TAGGED:Crime OrganizadoespionagemIntimidaçãoinvestigaçãoMinas GeraisPolícia Federal
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