A ausência de um atacante jovem na estreia do Brasil na Copa do Mundo, após empate em 1 a 1 contra Marrocos, alimentou teorias de que interesses comerciais influenciam decisões técnicas. O jogador não foi utilizado na partida, gerando questionamentos entre torcedores sobre a escolha do treinador.
Apesar de contar com um elenco de peso, a seleção brasileira teve um desempenho pouco inspirado no setor ofensivo na primeira partida do Mundial. O treinador Carlo Ancelotti optou por Igor Thiago entre os titulares, utilizando Matheus Cunha e Luiz Henrique, enquanto o atacante jovem permaneceu no banco durante os 90 minutos. O atleta chegou a ser descartado por Ancelotti antes da convocação oficial.
Nas redes sociais, cresceu a teoria de que a limitação de espaço para o jogador estaria ligada ao seu contrato com a New Balance. O atleta recusou propostas financeiras maiores de concorrentes para assumir um papel global da marca, firmando um acordo de longo prazo. Este caso reacende o debate sobre o peso comercial das fornecedoras esportivas no futebol de elite.
O tema já teve repercussão no passado. Em 1996, um contrato entre Nike e CBF gerou discussão por incluir obrigações relacionadas à escolha de adversários e utilização de jogadores. Atualmente, não há cláusulas públicas que evidenciem interferência de patrocinadores nas escalações, mas a presença de atletas ligados a marcas como Nike, Adidas e Puma mantém o debate ativo entre os amantes da Seleção Brasileira.

