As ações da Tesla (NASDAQ:TSLA) fecharam em $418,45, com queda de 6,95% no ano até o momento, apesar de resultados sólidos no primeiro trimestre de 2026. A empresa registrou margem bruta automotiva de 21,1% e o FSD atingiu 1,28 milhão de assinantes. Investidores hesitam devido a fatores estratégicos e à incerteza sobre o futuro da companhia.
O desempenho recente da Tesla mostra recuperação operacional, com a margem bruta automotiva subindo para 21,1% em comparação com 16,2% no ano anterior. O fluxo de caixa livre mais que dobrou, chegando a $1,444 bilhão, e as assinaturas do FSD cresceram 51% ano a ano, totalizando 1,28 milhão de usuários. Contudo, o preço das ações permanece estável, com o consenso de analistas de Wall Street apontando uma meta média de $411,89.
A hesitação do mercado se deve a fatores estratégicos, como a probabilidade de fusão com a SpaceX, que é vista por muitos como um cenário que geraria prejuízo imediato. Adicionalmente, houve 43 transações recentes de executivos inclinadas ao lado da venda, e a receita de energia caiu 12% ano a ano, enquanto o estoque aumentou para 27 dias de suprimento.
Para que a Tesla atinja $500, é necessário um ganho de 19,5% a partir do valor atual. Isso exigiria uma expansão de múltiplos substancial, embora catalisadores como a produção em volume do Cybercab e do Megapack 3 em 2026 possam impulsionar as estimativas de lucros futuros.

