A torcida questiona a ausência do jovem Endrick e de Dom Carletto na estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. O debate surge após a equipe apresentar dificuldades de criação e lentidão na circulação de bola, apesar da insistência do técnico italiano em uma estrutura pré-estabelecida.
A Seleção Brasileira demonstrou, nos amistosos preparatórios, dificuldades de criação, lentidão na circulação da bola e previsibilidade. Apesar disso, Carlo Ancelotti manteve a mesma estrutura tática na estreia. O autor da coluna aponta que, embora o treinador tenha um currículo vencedor, a Copa do Mundo exige produção atual, e não apenas memória de jogos passados.
O dilema tático é exemplificado pela situação de outros jogadores, como Casemiro, que apresenta uma versão diferente em campo. A ausência de Endrick se torna mais complexa, pois ele ficou no banco quando o jogo pedia explosão, profundidade ou capacidade de decidir em um lance isolado. A discussão ganha relevância local, visto que o jovem cresceu em Taguatinga.
A pergunta central é se o jogo pedia velocidade e improviso, e por que o jogador não entrou. A coluna afirma que, embora haja tempo para correções, a falta de resposta sobre a escalação após a estreia permanece.

