Uma profissional de tanatologia encontrou duas mulheres mortas e uma filha em estado de desespero na Venezuela. A cena revelou a ausência de recursos básicos, como papel e etiquetas, para identificar as vítimas em uma das piores tragédias do último século no país.
A profissional relatou que um dos corpos estava exposto ao sol por mais de uma hora, coberto com lençóis e cobertores. Para mitigar o odor, foi aplicada cal sobre os cadáveres. As vítimas aguardavam remoção em uma caminhonete.
A situação evidenciou a gravidade da crise. A profissional gritou por materiais para registrar os nomes e números de identificação das pessoas falecidas, indicando que faltavam etiquetas e rotuladores para nomear os mortos.


