Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Três ETFs de Energia Gerenciam Volatilidade do Petróleo em 2026
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Três ETFs de Energia Gerenciam Volatilidade do Petróleo em 2026

Carla Fernandes
Última atualização: 19 de junho de 2026 09:09
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Três ETFs de energia cobrem o espectro de investimento para lidar com a volatilidade do petróleo em 2026. Os fundos Energy Select Sector SPDR (XLE), Fidelity MSCI Energy Index (FENY) e iShares U.S. Oil & Gas Exploration & Production (IEO) oferecem mecanismos distintos para converter a oscilação do preço do petróleo em retorno para o investidor.

O mercado de petróleo demonstrou grande instabilidade em 2026. O preço do WTI caiu para cerca de US$ 56 no início de janeiro, disparou para quase US$ 115 no início de abril, devido ao fechamento do Estreito de Ormuz, e se estabilizou em torno de US$ 96 no início de junho. Segundo a EIA, os estoques globais de energia devem cair em média 8,5 milhões de barris por dia no segundo trimestre. O Goldman Sachs Asset Management afirmou que a oferta, demanda e preços de energia permanecem vulneráveis à volatilidade, o que eleva os prêmios de risco.

O ETF XLE foca nos fluxos de caixa das supermajors, como Exxon Mobil (cerca de 24%) e Chevron (cerca de 18%), gerando retornos via dividendos e recompras. O FENY, por sua vez, oferece a exposição mais ampla e de menor custo, rastreando o MSCI USA IMI Energy Index, sendo ideal para alocações de longo prazo. O IEO é o veículo de beta puro do crude, desvinculando-se das grandes empresas integradas e concentrando-se em produtores de upstream.

A escolha do fundo depende da tese do investidor. Para quem busca dividendos e estabilidade, o XLE é indicado. Para quem prioriza custo e abrangência, o FENY é a opção. Já o IEO é adequado para quem acredita na sustentação do prêmio de risco do Oriente Médio, aceitando maior risco em cenários de queda de preços.

TAGGED:energiaetfsinvestimentosMercado FinanceiroPetróleovolatilidade
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Ministros e presidentes debatem futuro da Justiça em seminário
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?