Três fundos de índice (ETFs) são recomendados para investidores que buscam exposição a mercados desenvolvidos, focando em Japão e Europa. A escolha depende da visão cambial e do foco geográfico, aproveitando tendências de valor e reformas estruturais em 2026.
O mercado japonês apresentou forte desempenho no ano, com o índice MSCI Japão registrando um retorno não coberto de cerca de 13% até maio, e quase 18% com cobertura cambial. Essa diferença levou à recomendação de três veículos: o iShares MSCI Japan ETF (EWJ), o WisdomTree Japan Hedged Equity Fund (DXJ) e o SPDR EURO STOXX 50 ETF (FEZ). Esses fundos resolvem problemas específicos de alocação internacional.
Para o Japão, o EWJ é a opção padrão, rastreando o MSCI Japan Index e cobrando 0,49% de taxa de despesa. Ele é adequado para quem busca exposição sem tomar posição cambial. Já o DXJ oferece cobertura cambial, sendo ideal para quem prevê fraqueza do iene, pois foca em empresas exportadoras. O J.P. Morgan apontou que o estilo valor na Europa e Japão deve impulsionar as ações internacionais em 2026.
Na Europa, o FEZ oferece uma seleção de ações de primeira linha da Zona do Euro, excluindo Reino Unido, Suíça e Suécia. Ele cobra 0,29% e possui um rendimento de dividendos de cerca de 2,9%. A concentração do portfólio, com ASML representando cerca de 11% dos ativos, reflete uma aposta em setores como finanças e tecnologia.

