Donald Trump afirmou que uma eventual operação dos Estados Unidos em Cuba poderia seguir o modelo usado na Venezuela. O presidente sugeriu a possibilidade de ação contra o regime cubano, embora prefira uma transição pacífica no país caribenho, segundo declaração feita a veículos de comunicação.
Trump declarou que o governo americano já elaborou planos de contingência para diferentes cenários em Cuba, incluindo a hipótese de colapso do regime comunista. O líder americano comentou que as Forças Armadas cubanas perderam grande parte de sua capacidade militar ao longo das últimas décadas e operam com equipamentos herdados da antiga União Soviética.
As declarações reforçam a estratégia da Casa Branca, que aumentou a pressão diplomática e econômica sobre Havana após a operação na Venezuela em janeiro. A administração Trump avalia que o governo cubano enfrenta uma das maiores crises de sua história, marcada por escassez de combustível, apagões e dificuldades econômicas, conforme informações divulgadas pela imprensa.
O endurecimento da política dos Estados Unidos em relação a Cuba combina pressão econômica, isolamento diplomático e preparação militar. Apesar do tom firme, Trump não estabeleceu cronograma para intervenção, afirmando que a situação permanece “flexível” e que os EUA acompanharão os acontecimentos antes de decidir os próximos passos.

