A União Europeia avançou em um acordo político que permite a criação de campos de deportação para migrantes fora do território comunitário. Paralelamente, vários governos europeus buscaram países dispostos a receber esses indivíduos.
O avanço em Bruxelas visa transformar a arquitetura legal em realidade geográfica. Países como Holanda, Dinamarca, Áustria e Itália apoiam uma postura rigorosa e buscam localizar rapidamente um destino para quem teve pedidos de asilo rejeitados ou recebeu ordem de expulsão.
A iniciativa move-se para estabelecer centros de acolhimento localizados longe do território europeu. A implementação prática do acordo sinaliza uma mudança na política migratória da União.

