A Vale Base Metals (VBM), controlada da Vale (VALE3), reforçou sua estratégia de focar em minerais críticos, como o cobre, durante seu Analyst & Investor Tour 2026. A empresa atualizou a projeção de contribuição da VBM no Ebitda consolidado para cerca de 28% em 2026, sinalizando potencial de valorização para a mineradora.
O Bradesco BBI avaliou positivamente os avanços operacionais apresentados pela VBM, destacando a melhora de produtividade e a maior integração de feed próprio, o que já gera ganhos de rentabilidade. Segundo o banco, a estratégia de crescimento, baseada em projetos de menor intensidade de capital, aumenta a visibilidade de geração de valor, especialmente na divisão de metais básicos.
O Morgan Stanley reforçou o valor estratégico da integração vertical da companhia, citando que a demanda de médio prazo é sustentada por tendências estruturais, como a eletrificação e a expansão de data centers. O banco manteve recomendação de compra e preço-alvo de US$ 19,50, ressaltando a relevância da plataforma integrada de níquel da VBM.
A XP Investimentos também viu o evento como reforço à VBM como plataforma de crescimento estruturalmente diferenciada. A casa de análise considera a relação risco-retorno favorável nos níveis atuais, impulsionada pelo momentum crescente dos ativos de cobre, embora reconheça que parte das expectativas já esteja no preço das ações da Vale.


