Venezuelanos que buscam familiares desaparecidos após os fortes terremotos de quarta-feira (24) pedem maquinário pesado para auxiliar nas operações de busca e resgate em Caraballeda. A falta de equipamentos dificulta a remoção de grandes quantidades de destroços nas ruínas de um edifício.
Em Caraballeda, onde um edifício desabou, um familiar expressou frustração com a ausência de máquinas para separar os detritos. Um engenheiro industrial presente no local relatou um forte cheiro de morte e afirmou que operadores de máquinas prometidos não compareceram para auxiliar na limpeza dos escombros.
Apesar dos desafios locais, mais de 1.600 socorristas de diversas nações chegaram à Venezuela para apoiar os trabalhos. Segundo o vice-ministro da Venezuela para a Europa e a América do Norte, mais 25 voos de ajuda estão previstos nas próximas 24 horas.
Equipes de países como México, Estados Unidos, El Salvador, Suíça, Colômbia, Espanha, Equador, Chile, República Dominicana e Panamá integraram as buscas. As autoridades agradeceram o apoio da comunidade internacional diante da incerteza vivenciada pelos venezuelanos.

