Vini Jr. se tornou um elemento de proteção para a seleção brasileira na Copa do Mundo após a estreia contra Marrocos. O atacante foi fundamental para conter o adversário e se destacou na defesa, apesar de reconhecer a necessidade de aprimorar a precisão no ataque.
A atuação do jogador do Real Madrid inverteu a lógica inicial do grupo, onde o técnico Carlo Ancelotti era visto como o principal escudo. Após igualar o marcador no primeiro tempo, Vini Jr. atuou como arma letal da seleção. O jogador declarou que pode melhorar tecnicamente, afirmando: “Consegui fazer o gol, mas não tive 100% da minha melhor parte técnica. Posso melhorar nisso e ajudar mais o Brasil no ataque.”
A estratégia de Ancelotti envolveu escalar Igor Thiago no ataque para que o centroavante pressionasse a defesa adversária, liberando Vini Jr. para as arrancadas. Contudo, o atacante inicial ficou isolado. No segundo tempo, com a substituição de Matheus Cunha por Thiago, Vini assumiu mais o papel defensivo, pressionando a saída de bola de Marrocos.
Ancelotti projetou confiança na performance do camisa sete, dizendo: “Jogou bem, foi bastante perigoso. Acredito em toda a qualidade que ele tem. Vai fazer um grande Mundial.” Vini Jr. respondeu ao elogio, declarando que deseja contribuir mais com o treinador: “Me conhece como ninguém, faz eu me adaptar a minha equipe, me dá a importância que eu preciso, eu mereço, e quero fazer ainda mais por ele.”

