O voto de peruanos no exterior voltou a ser central no debate nacional durante a segunda volta eleitoral, que foi extremamente apertada. Na noite de quarta-feira, Keiko Fujimori superou Roberto Sánchez com os votos vindos do exterior, gerando uma nova fissura entre os cidadãos.
A disputa eleitoral gerou dois grupos distintos de opiniões. Um lado celebra que o voto dos expatriados encaminhou um possível triunfo da filha de Alberto Fujimori. O outro lado expressa frustração e indignação sobre o direito de voto desses eleitores.
Os questionamentos levantados por parte dos críticos envolvem a percepção de que indivíduos que não enfrentam problemas cotidianos, como filas em hospitais públicos ou o trânsito de Lima, deveriam ter o mesmo direito de decidir o futuro do país.

