O ator Wagner Moura comentou sobre sua paixão pelo futebol e as expectativas para a Copa do Mundo de 2026. Em entrevista, ele defendeu a contratação do técnico italiano Carlo Ancelotti e pediu que a camisa da Seleção Brasileira seja desvinculada de polarizações políticas.
Moura afirmou que a Copa do Mundo funciona como um “definidor de memórias” afetivas. Ele relembrou a redenção do Brasil em 1994, quando testemunhou o tetracampeonato nos Estados Unidos. O ator expressou o desejo de que a próxima geração vivencie essa conquista.
Sobre o futebol, ele defendeu o direito à alegria, citando o atacante Vini Jr. Moura criticou a ideia de que o Brasil não deveria celebrar, dizendo: “Não, isso é muito legal, cara. Dance… dance, cara.”
O ator defendeu a contratação de Carlo Ancelotti, classificando questionamentos sobre a presença de um estrangeiro como “grande bobagem”. Ele declarou que o técnico italiano é um dos melhores da história moderna.
Por fim, Moura pontuou que o torneio é uma chance de resgatar a camisa amarela como símbolo de união nacional. “Esta camisa não pertence à direita ou à esquerda. É um símbolo brasileiro”, afirmou o ator.

