O Ministério de Minas e Energia avalia um acordo consensual com a Eneva para reduzir a inflexibilidade de usinas termelétricas. O secretário de Energia Elétrica, João Daniel Cascalho, afirmou nesta quinta-feira que a solução pode se tornar um modelo para outras empresas do setor.
Cascalho declarou que o governo busca um resultado ‘ganha-ganha’ na negociação, que está sendo mediada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A proposta visa permitir que um grupo de usinas da Eneva opere com maior flexibilidade, sendo acionadas somente quando o sistema elétrico necessitar.
A medida deve auxiliar a diminuir os cortes de geração renovável causados por sobreoferta de energia. O secretário explicou que, sob o ponto de vista do interesse público, a meta é alcançar uma solução neutra para o consumidor.
Cascalho comentou que já existem propostas de outras empresas com condições de contratos de alta inflexibilidade, o que reforça a busca por um ganho mútuo no processo de readequação do setor.


