Acusações de protecionismo da FIFA voltaram a ganhar força, focando na Argentina, o que remete a críticas passadas feitas ao Brasil durante sua era de domínio. A discussão aponta que evidências de favorecimento no esporte são subjetivas e amplificadas pela rivalidade.
A controvérsia sobre protecionismo no futebol reacende com o foco na Argentina. A imprensa aponta que o Brasil já vivenciou esse ciclo, recebendo críticas de que a Seleção era favorecida pela FIFA em períodos de sucesso, como nos anos 90 e em 2002.
Na época de grande desempenho, surgiram relatos de que o Brasil recebia menos cartões ou pênaltis duvidosos. Rivais sul-americanos e europeus contestavam essas decisões. O texto explica que o sucesso consistente de um time ou país gera narrativas de favorecimento quase automaticamente.
O autor afirma que o sucesso gera inveja e que a arbitragem nunca é perfeita. As alegações de favorecimento mudam de alvo conforme os resultados, mas a rivalidade permanece como parte do charme do futebol.

