Um advogado afirmou que o senador Flávio Bolsonaro, do PL, cometeu crime eleitoral ao questionar a lisura do sistema de votação e disseminar informações falsas sobre urnas eletrônicas a diplomatas estrangeiros em Brasília, na última terça-feira (21).
A alegação é de Walber Agra, advogado que moveu a ação do PDT. Essa ação foi responsável por tornar o ex-presidente inelegível em julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O caso remete à reunião com embaixadores realizada no Palácio da Alvorada, pouco antes da eleição de 2022. O advogado Agra sustenta que o senador agiu com intenção de disseminar informações falsas sobre o sistema de votação brasileiro.

