Uma agente funerária relatou ter visto um bebê se mexer dentro de um saco após o hospital de Rio Claro, SP, declarar seu óbito. A criança, de um mês, havia sofrido uma parada cardiorrespiratória e foi dada como falecida, mas voltou a apresentar sinais vitais cerca de duas horas depois.
A funcionária, que presenciou a situação, descreveu o ocorrido como um “susto” e uma “emoção grande”. Ela afirmou ter aberto o saco, que continha o bebê, e notou que a criança estava se movendo e emitindo sons, como se quisesse respirar. Outro agente funerário presente na ocasião acionou enfermeiras para verificar a condição do recém-nascido.
A instituição de saúde, Santa Casa de Rio Claro, declarou em nota que todos os protocolos técnicos e legais para a constatação do óbito foram rigorosamente cumpridos, não identificando falhas assistenciais no momento da declaração. O bebê foi reavaliado, readmitido na UTI Neonatal e, na manhã de sexta-feira (17), transferido para o Hospital de Reabilitação de Anomalias Crânio-Faciais da Universidade de São Paulo (USP), em Bauru, SP.
A mãe da criança relatou que o filho foi bem atendido durante os 32 dias de internação e que não houve negligência médica. Ela descreveu o momento em que o bebê se mexeu, afirmando que a família testemunhou o que consideram um “milagre”.

