A incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) mantém nível de alerta ou risco na maioria dos estados brasileiros, conforme o Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz-SP). O Rio Grande do Sul figura entre seis unidades federativas com tendência de crescimento nas hospitalizações, associadas principalmente ao vírus sincicial respiratório (VSR).
O cenário epidemiológico, referente à Semana Epidemiológica 25 (6 a 27 de junho), indica que o VSR é o agente mais prevalente, responsável por 55,2% dos casos positivos registrados. Outros vírus, como rinovírus (23,1%) e influenza A (14,5%), também contribuem para o quadro nacional.
Nove das 27 capitais brasileiras estão sob monitoramento de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco. A Fundação orienta que a população mantenha a vacinação contra gripe e covid em dia e utilize máscaras em locais fechados e de grande aglomeração.
O boletim também observou sinais de manutenção do crescimento de casos em idosos, enquanto houve interrupção em crianças menores de dois anos e redução nas faixas etárias de dois a 49 anos. A instituição recomendou que, ao apresentar sintomas de gripe ou resfriado, o indivíduo permaneça em casa.

