O senador recebeu a missão de concorrer à Presidência de seu pai, mas enfrenta diversos desafios para vencer a eleição. A análise aponta que a alta rejeição, o legado da gestão anterior e questões econômicas são os principais obstáculos da candidatura.
O legado familiar oferece o bônus do reconhecimento do sobrenome, mas impõe o ônus da rejeição. O candidato é um dos opositores mais rejeitados, com índices semelhantes aos de um presidente em exercício. Embora um governo reprovado favoreça a oposição, o rechaço do senador é um fator limitante.
Outros pontos críticos incluem a memória negativa da gestão da pandemia e os escândalos relacionados ao Banco Master, que afetaram a imagem de combate à corrupção. Além disso, a família enfrenta desconfiança da classe média em relação ao respeito às instituições democráticas, devido aos desdobramentos do dia 8 de Janeiro.
A campanha também precisa endereçar o custo de vida e o endividamento das famílias, tema central para os eleitores. A relação com o presidente americano tende a prejudicar a votação independente. No âmbito estadual, o cenário mudou, exigindo esforço do candidato para obter apoio de lideranças locais.

