Carlo Ancelotti recusou o convite da Federação Italiana de Futebol (FIGC) para comandar a seleção italiana, reafirmando seu compromisso com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A busca por um novo técnico ocorreu após a Itália ser eliminada da Copa do Mundo de 2026, e o treinador brasileiro descartou o retorno ao futebol de seu país neste momento.
A iniciativa da FIGC, liderada por Paolo Maldini, visou trazer nomes renomados como Ancelotti e Pep Guardiola para assumir a equipe italiana. Maldini declarou à imprensa internacional que a decisão de consultar os melhores do mundo foi natural diante da importância do momento da seleção. Ele classificou o convite como um “chamado às armas” e comentou que, tradicionalmente, “quando a Itália chama, é difícil dizer não”.
As negociações com Guardiola não avançaram, segundo a imprensa italiana, devido a questões financeiras. A federação teria oferecido 10 milhões de euros por temporada, mas o treinador espanhol teria pedido o dobro do valor. No caso de Ancelotti, o técnico comunicou à CBF sobre o contato e reforçou que pretende cumprir o contrato firmado com a entidade brasileira, que tem validade até 2030.
Atualmente em férias no Canadá, Ancelotti deve retornar em agosto para preparar a equipe para amistosos contra a Austrália. A ausência da Itália no Mundial de 2026 amplia um período de dificuldades da seleção europeia, que não disputa torneio desde 2014. Já a Seleção Brasileira também foi eliminada nas oitavas de final da Copa de 2026.


