O dia 20 de julho celebra o nascimento de Alberto Santos-Dumont, figura que ajudou a concretizar o voo controlado. A comemoração também serve para refletir sobre o papel da Força Aérea Brasileira (FAB) na defesa e no serviço à nação.
A trajetória de Santos-Dumont, que defendia a ciência como patrimônio da humanidade, encontra paralelo na missão da FAB de proteger o espaço aéreo nacional. Contudo, a percepção social da instituição se constrói também por ações não noticiadas, como o transporte de suprimentos em enchentes no Rio Grande do Sul e o envio de vacinas durante a pandemia.
A vocação de servir acompanha a FAB desde a Segunda Guerra Mundial, quando pilotos brasileiros atuaram na Itália. Em tempos de paz, a aviação integra o território continental, levando correios, medicamentos e apoio a comunidades remotas. Essa função transforma a aviação em presença concreta do Estado.
Embora a tecnologia avance com aeronaves não tripuladas e inteligência artificial, a instituição mantém o preparo de seus profissionais como seu patrimônio. Celebrar Santos-Dumont é homenagear a FAB por preservar o sentido de seu legado: o voo deve servir às pessoas.

