Plataformas de áudio erótico, como a Quinn, competem com o fenômeno OnlyFans ao focar na fantasia e no anonimato. O conteúdo, que trabalha com a imaginação em vez de imagens explícitas, atrai atores conhecidos e busca oferecer uma alternativa à saturação visual da internet.
A Quinn, fundada em 2019 por Caroline Spiegel, irmã do fundador do Snapchat, visa oferecer uma alternativa à produção pornográfica tradicional, focando em proporcionar intimidade através da audição. Segundo Spiegel, o prazer humano é mais complexo do que a simples exposição visual.
O mercado tcheco apresenta serviços como a Audiotéka e Roztouženy, que oferecem narrativas eróticas com foco na experiência local. O chefe de redação da Roztouženy afirmou que o mercado local é mais reservado, mas valoriza a proximidade do som e a atmosfera.
O boom do áudio erótico ocorreu durante a pandemia. A tendência mostra que o formato permite uma imersão discreta, semelhante ao sucesso dos podcasts, e não se restringe mais ao público feminino, atraindo também a Geração Z.

