Um autor critica o cinismo de comentaristas e da mídia ao expor incoerências entre discursos e práticas. O texto utiliza exemplos de comportamento social, como direção imprudente, e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) para fundamentar a análise.
O autor descreve um incidente em São José dos Campos, onde um motorista de van dirigia em velocidade excessiva, sendo confrontado por passageiros. O relato serve de paralelo para o cinismo observado no debate público, onde, segundo ele, há contradição entre a defesa de direitos humanos e o apoio a certas narrativas.
O autor define cinismo, no sentido popular, como atitude que demonstra falta de vergonha e respeito às normas morais, geralmente envolta em hipocrisia. Ele aponta que comentaristas expostos frequentemente usam crachás de especialista para justificar conclusões incoerentes com o que pregam.
A análise se estende ao âmbito jurídico, citando casos onde decisões do STF geraram questionamentos sobre a equidade. O autor conclui que é preciso desenvolver um instinto para reconhecer padrões de incoerência, pois aparências podem esconder realidades distintas.

