A companhia aérea Azul teve suas ações aprovadas para listagem na Bolsa de Nova York (NYSE), conforme fato relevante divulgado em 6 de julho. O CEO da Azul afirmou que o processo representa um ‘novo capítulo’ para a empresa, que concluiu sua reestruturação em fevereiro passado.
O executivo da Azul declarou que a empresa saiu ‘mais forte, com governança aprimorada, uma estrutura de capital simplificada e uma base sólida para a criação de valor a longo prazo’ após o processo de reestruturação. A companhia havia solicitado proteção judicial sob o Chapter 11 em maio de 2025, mecanismo similar à recuperação judicial brasileira.
A listagem na NYSE visa aumentar a visibilidade da companhia no mercado global de investimentos e expandir o acesso a investidores institucionais. Com a negociação de suas American Depositary Shares (ADSs) e ações ordinárias na NYSE, a Azul cancelará voluntariamente sua listagem na NYSE American.
A aérea deve protocolar o requerimento de cancelamento junto à Securities and Exchange Commission (SEC) em até 10 dias corridos da notificação da NYSE American, com efeito 10 dias após o protocolo. A companhia espera que os papéis passem a ser negociados na NYSE a partir do pregão de 9 de julho, mantendo as negociações na B3 normalmente.

