As ações do Banco do Brasil (BBAS3) avançaram 1,02% na última sessão, fechando a R$ 20,75. O ativo segue acima das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico diário, sinalizando um processo de recuperação, mas ainda enfrenta barreiras técnicas importantes.
No curto prazo, o ativo tenta reverter a tendência de baixa, construindo uma recuperação gradual desde o fundo em R$ 18,87. No gráfico diário, a média móvel de 200 períodos, em R$ 22,05, permanece como a principal resistência dinâmica. Para que o movimento ganhe força, é necessário superar as resistências em R$ 20,82 e R$ 21,54, o que permitiria testar a média de 200 períodos e buscar patamares como R$ 24,13.
Em análise de médio prazo, o gráfico semanal mostra o BBAS3 em um momento de indefinição, negociando entre as médias móveis. Embora tenha acumulado queda de 3,19% em 2026, o ativo precisa romper resistências em R$ 21,53 e R$ 21,80 para buscar a máxima anual de R$ 27,58 e mirar R$ 29,00.
Caso o ativo perca força, os analistas indicam que a pressão vendedora pode intensificar-se. No gráfico diário, a queda poderia levar a níveis como R$ 18,87, R$ 17,77 e R$ 17,00. No semanal, a ruptura dos suportes em R$ 18,73 e R$ 17,64 abriria espaço para quedas mais acentuadas.

