O boicote da UEFA ao plano de gestão de direitos da FIFA pode impactar diversas competições do calendário do futebol feminino. A entidade europeia se posicionou contra a criação da ‘Fifa Forward Enterprise (FFE)’, programa comercial avaliado em cerca de R$ 102,5 bilhões.
O presidente Gianni Infantino estabeleceu um prazo de 53 dias para que as 211 associações nacionais aprovem o plano, um período que coincide com torneios femininos. Em setembro, a Polônia sediará a Copa do Mundo Feminina Sub-20, com 24 seleções disputando a taça. A UEFA conta com seis representantes no torneio, incluindo Espanha, França, Inglaterra, Itália, Polônia e Portugal.
No cenário profissional, o impacto pode atingir as eliminatórias da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. A definição sobre a continuidade do plano da FIFA deve ocorrer antes dos playoffs europeus, marcados para outubro.
Na categoria de base, o Mundial Sub-17, em Marrocos, entre 17 de outubro e 7 de novembro, também pode ser afetado. Cinco seleções europeias, como Alemanha, Espanha, França, Noruega e Polônia, participarão do torneio.


