O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou um vídeo na noite de 23 de julho de 2026, respondendo a críticas de políticos e perfis de esquerda sobre a comparação de preços em supermercado. Ele declarou que a esquerda se incomodou por ele mostrar a realidade do mercado e prometeu denunciar o custo de vida no Brasil diariamente.
Bolsonaro afirmou que os preços atuais estão mais altos que durante a pandemia e atribuiu o aumento ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador também relacionou o endividamento da população ao patamar da taxa básica de juros, Selic, fixada em 15% ao ano. Na gravação, ele incentivou seguidores a filmarem preços de itens como arroz, feijão, farinha, picanha, queijo, ovos e fraldas.
Apesar da resposta, o pré-candidato não abordou a crítica sobre o uso de preços de 2019, do primeiro ano do governo anterior, em vez dos valores de 2022. Aliados do PT apresentaram dados que indicam valores de 2022 superiores aos atuais para contrafilé, fralda Pampers e picanha.
O senador mostrou uma nota de R$ 908 ao final das compras, afirmando que “o poder de compra do brasileiro acabou”. O PT, por sua vez, contestou a comparação, citando que o arroz Tio João, apresentado por Bolsonaro a R$ 16,95 em 2019 e 2026, custava R$ 33,99 no fim do mandato anterior.

