A Seleção Brasileira foi eliminada nas oitavas de final da Copa do Mundo 2026 pela Noruega, com placar de 2 a 1. A derrota, ocorrida no torneio, simboliza a perda de protagonismo do time, que não conseguiu transformar tradição em desempenho em campo.
A eliminação não ocorreu contra uma potência histórica, mas sim contra uma Noruega organizada e disciplinada. Segundo a análise, o Brasil entrou no Mundial sem identidade, sem criatividade e sem capacidade de impor seu jogo, o que se manifestou em atuações burocráticas contra adversários como Marrocos e Haiti.
A contratação de Carlo Ancelotti foi vista como uma tentativa de revolução, com o técnico recebendo cerca de 9,5 milhões de euros por ano. Contudo, as mudanças táticas contra a Noruega desorganizaram a equipe, que perdeu o controle do meio-campo e foi castigada.
Analistas apontam que a eliminação é consequência de anos de improviso na CBF, período marcado por técnicos interinos e decisões tomadas mais pelo marketing que pelo planejamento esportivo. Enquanto isso, Argentina e Espanha chegaram à final com um modelo de jogo claro e coletivo.

