A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro na manhã de quarta-feira, 8 de julho de 2026. A ação, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, visava localizar armas e munições. Aliados do político manifestaram críticas à operação, alegando perseguição.
A operação ocorreu após o Comando do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília informar ao STF, em 6 de julho de 2026, que entregou à PF seis das oito armas registradas em nome do ex-presidente. O ministro Moraes havia ordenado a entrega do arsenal à Polícia Federal em até 48 horas.
Aliados do ex-presidente reagiram à ação. Um familiar utilizou a rede social X para criticar o ato, afirmando que o pai sofria com “tanta perseguição, injustiça e tortura”. O senador Flávio Bolsonaro classificou o mandado como “uma clara tentativa de criar uma cortina de fumaça nesse momento”.
A defesa do ex-presidente informou que nada foi encontrado durante a busca e apreensão. Um advogado declarou que o mandado buscava armas, munições, acessórios e documentos de registro, e que o paradeiro de todas as armas já havia sido comunicado previamente às autoridades.

